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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Suculentas

Composições com algumas suculentas que existem no meu jardim.


sábado, 22 de outubro de 2016

Floreiras com suculentas

O gosto pelas suculentas não sei como surgiu, mas há algumas que já me acompanham há mais de 20 anos e por isso posso dizer que já são um "amor" antigo.
É fácil gostar de suculentas: são fáceis de reproduzir; são muito pouco exigentes em cuidados; são bastante surpreendentes e bonitas nas formas; têm muitas vezes flores que fazem inveja às mais belas dos jardins.
Alguns vasos de suculentas acompanharam a família na última mudança de casa há 10 anos atrás. A estas foram-se juntando outras. A Echevéria é bonita e fácil de reproduzir, a flor-de-maio é muito vistosa e como ela o chamado "cato do Natal". Também tive uma Kalanchoe Laetivirens. São um excelente exemplo para mostrar aos meus alunos quando falo de propagação vegetativa das plantas. Nos últimos anos estive mais atento e consegui novas espécies, entretanto também perdi algumas.
Tudo isto para justificar que no espaço para jardim que criei teria que haver um lugar com algum destaque para as plantas conhecidas como suculentas, por acumularem água.
Para as suculentas reservei sobretudo floreiras, colocadas no acesso à churrasqueira e garagem. Este espaço, voltado a sueste, tem uma grande exposição ao sol.
Preparei as floreiras com uma mistura de terra da horta, subtrato universal comprado, areia e perlita. Na base das floreiras coloquei pequenas pedras e gravilha para melhorar o escoamento do excesso de água, Confesso que rego a suculentas em demasia, pode ser fatal para as plantas.
As suculentas estavam em vasos individuais, mas foram colocadas em cada floreira três espécies ou mais, consoante o seu desenvolvimento e procurando alguma afinidade ou combinação estética.
A transplantação foi feita no início de julho. Pensava eu que as coisas correriam muito mal, mas as plantas rapidamente se desenvolveram e muitas ainda floriram. No final do verão estavam fantásticas.
Nem tudo correu bem. Tinha várias plantas do cato do Natal (Schlumbergera) que não gostaram nada do sol intenso. Apesar de os transplantar de novo para vasos e colocados à sombra, ainda não recuperaram.
 De julho a outubro já multipliquei muitas das suculentas que tinha. Dei-as aos amigos e recebi outras em troca. Com tempo pretendo dedicar a atenção e falar de algumas das espécies em particular, mas não é fácil identificá-las. As suculentas são tantas e tão diferentes que é difícil chegar a saber o nome vulgar ou o nome científico de algumas delas.


 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O meu "jardim"

Petúnias - excelente colorido e nada exigentes
Sou aprendiz de jardineiro de coração, porque jardim, propriamente dito, não tenho. Sou um jardineiro urbano com todas as limitações que isso tem.
Tenho três espaços à minha disposição, o de dentro, o de fora e o que nem está dentro nem fora! Agora de forma que se entenda: o espaço exterior é um canteiro, que não é inteiramente da minha responsabilidade, mas que partilho com outras pessoas. A espécie que mais cuido são 4 couves galegas que plantei exclusivamente para consolar as minhas aves de gaiola (canários e agapornis) com algumas verduras.
Rosa albardeira - espécie selvagem
Como espaço "nem dentro nem fora" tenho uma varanda onde predominam espécies selvagens, cultivadas em vasos. Foi por elas que comecei a interessar-me mais pela jardinagem. Tenho também uma marquise, completamente fechada, que funciona como uma pequena estufa, onde as plantas partilham o espaço com as aves. É o meu espaço predileto, mas de verão, apesar de tudo o que já fiz, continua a ser muito quente, embora isso traga mais incómodo para as aves do que para as plantas.
O espaço interior são várias divisões da casa onde as plantas são nossas companheiras do dia a dia. Algumas estão connosco há décadas e já sofreram os transtornos das mudanças. Ajudam a que nos sintamos em casa.
Narciso (não sei bem ao certo a espécie) - selvagem
A maior parte das plantas tem origem num raminho ou numa semente colhida na casa de um amigo, num jardim publico ou no campo. Nascem e crescem muito lentamente e ainda bem, porque o espaço não é muito. Também há algumas plantas compradas, poucas, por ocasião de algum dia especial. Sou favorável à oferta de plantas em substituição dos mais vulgares ramos de flores.
As plantas, as aves e mais recentemente os peixes, são um verdadeiro problema em tempo de férias. Esta é a nossa residência de trabalho e embora seja aqui que passamos a maior parte do nosso tempo, temos necessidade de nos ausentarmos, para visitar a família, para passear um pouco, ou para visitar campos e jardins noutras paragens. Para apreciarmos a natureza e, quem sabe, recolher uma semente, um raminho ou um bolbo.
Echeveria - floriu em agosto
Temos conseguido contar com alguém que cuida dos seres vivos na nossa ausência. Chego a pensar que eles gostam da nossa ausência, ou então é a surpresa de chegar e ver que as coisas se alteraram desde que partimos: uma semente germinou, uma flor abriu, ou os canários ganharam novas penas.
Há vontade de acrescentar um gato, ou mesmo um cão ao nosso espaço, mas as condições não são as propicias e esse projeto vai sendo adiado (para desgosto de alguns membros da família).