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domingo, 15 de setembro de 2024

Taça com suculentas

Mais um que já foi atualizado. Fotografia do antes e depois. O espaço é pouco e as espécies não podem desenvolver muito. Passou o verão ao sol intenso duas ou três plantas morreram. 

Aqui tenho um dos meus bebés que nunca mais cresce: Echeveria minima. É tão mínima que parece ter encolhido desde o dia em que chegou. Não sei o que lhe fazer para que cresça.

O outono está aí

Aeonium 'Floresens‘ ao centro

As suculentas adoram o outono. Eu sei que o outono ainda não chegou, mas as plantas não precisam de calendário e já dão mostras de mudança.

Como é que as suculentas suportam o calor e a secura intensas? Adotando formas de resistência, alterando o seu metabolismo para fazer face às condições adversas. Por isso, frequentemente, morrem por serem regadas. Estão preparadas para viverem com pouco e a abundancia mata-as. 

Quando chegam os dias curtos e as noites frescas, as plantas não necessitam de calendário para mudarem as suas vidas. E, se muitas delas vão perder as folhas e entrarem em dormência, outas vão deixar o estado de luta pela sobrevivência, para se darem ao luxo de crescerem, brilharem, ganharem novas cores. Claro que quando as temperaturas descerem muito vão entrar de novo em stresse, mas, até lá, vão ficar bonitas e a mudança já começou.

Um dos géneros onde se nota maior mudança nesta altura é nos Aeonium. Regressam à vida de dia para dia. É uma boa altura para fazer mudas e aumentar a coleção.

Kalanchoe "Pink Butterfly"

 O Kalanchoe daigremontiana é uma das mais desprezadas suculentas das que conheço. O nome mãe-de-mil diz qual é a sua caraterística mais marcante, reproduz-se aos "milhares" invadindo o solo e os vasos que não lhe estavam destinados. 

Nunca tive problemas com ela, até porque aqui gea bastante, e os Kalanchoe são todos muito sensíveis ao frio. Esta caraterística é própria do Género, embora nem todos se propaguem com a mesma facilidade.

Mas bastou ganhar alguma tonalidade rosa para virar "coisa fina" e ser desejada por todos. Estou a falar do Kalanchoe "Pink Butterfly" (nas fotografias).

Já tive algumas mudas por diversas vezes, mas sobreviveu durante pouco tempo! É que este não tem a mesma resistência e capacidade de invasão como o seu primo "vulgar". 

Desta vez tenho uma planta maior e pode ser que ela se estabeleça de vez no meu jardim.

domingo, 16 de julho de 2023

Sedeveria Green Rose

 Hoje recordo-vos da Sedeveria Green Rose. É uma planta muito pouco conhecido. Havia três ou quatro membros do Grupo Suculentas-Portugal que a tinham e eu acabei por ganhar uma muda. 

Tem o formato que eu gosto e no que toca à cor varia muito. Com o frio fica rose, quase roxa, mas no verão fica verde até com tendência para o amarelo. É uma planta que giro esta espécie com alguma cautela. 

Ela por vezes perde-se na floração. Já tenho enviado algumas mudas (poucas), mas nunca recebi feedback.

sábado, 15 de julho de 2023

O Aeonium que só queria florir

Tenho aqui estas fotografias guardadas para vos contar uma "história", já há bastante tempo, mas como ela não se escreve sozinha, lá terá que ser. Se tivesse que escrever um título ele seria "O Aeonium que só queria florir".
Todos sabem dos perigos que tem a floração dos Aeonium. Quando florescem todas as rosáceas, é complicado, quase sempre significa um adeus definitivo.
Tratou-se de um Aeonium Mardi Gras, o primeiro que tive, comprado à Felisberta Marques e criado com muito carinho. Depois de alguns anos comigo notei que as rosáceas estavam a dar origem a folhas mais curtas e compactas. A desconfiança chegou a certeza pouco tempo depois, ambas as rosáceas preparavam-se para florir.
Tenho ouvido falar em soluções de sucesso, mas são casos esporádicos, tão pontuais que não sabemos se resultam do saber, se da sorte, se da providência divina. Estou a falar da reprodução por folha e da decapitação. A reprodução por folha é possível com Aeonium, eu próprio já tive casos de sucesso, mas em espécies de folhas mais suculentas e/ou lenhosas. Coloquei esta opção imediatamente de lado. Restou-me a decapitação.
Como tenho alguma formação em Ciências Naturais, decidi misturar a necessidade com ou pouco de método experimental. Foram decapitadas as duas rosáceas, mas uma deixando algumas folhas e outra sem folhas (ambas estavam na mesma planta). Uma das rosáceas cortadas foi plantada num vaso, outra foi decapitada de novo ficando a posterior, com algumas folhas, e a superior com o centro da rosácea. A parte posterior foi plantada num vaso, a extremidade foi colocada em copo com água. Fiquei, assim, com 5 variações do mesmo Aeonium. Seria muito mau se nenhuma tivesse sucesso!
1 - Planta original, decapitada, sem folhas;
2 - Planta original, decapitada, com folhas;
3 - Rosácea decapitada, plantada num vaso;
4 - Rosácea decapitada, em água;
5 - Troço do caule, com folhas, plantado em vaso.
Ainda está a ler? 😁 Gosta muito de suculentas ou já teria posto um like e passado à frente.
Só restava esperar... Nenhuma das amostras morreu! Todas continuaram a crescer, com exceção de uma (qual?). O meu entusiasmo crescia com elas.
Adianto já... amostra que nunca cresceu foi o tronco da decapitação que foi deixado sem folhas. Mesmo agora não está morto, mas não estou à espera de alterações com o calor que faz.
Acho que está a torcer pelo sucesso da amostra 2, caule original que foi deixado com folhas. Começou a ganhar um bom conjunto de rebentos e eu iria ter mais de meia dúzia de rosetas. À medida que cresciam o meu entusiasmo foi diminuindo. Estava claro que eram flores. Deixei a floração seguir o seu rumo, não havia mais nada a fazer. Quando a floração terminou cortei as flores, nova decapitação, mas novas flores surgiram. Fiz uma decapitação mais radical, por baixo das folhas e a planta deixou de florir, mas não morreu, nem lançou novas folhas.
Ainda me restavam mais três hipóteses de sucesso. Tratei estas amostras com mais cuidado, não as expondo demasiado ao sol. Todas continuavam a crescer, embora algo estioladas, mas a esperança mantinha-se; a falta de sol poderia inibir a floração.
Com o tempo fui perdendo a esperança. Como habitualmente faço, comecei a aproveitar os vasos para plantar outras espécies. Quando uma plantação me oferece poucas hipóteses de sucesso, aproveito para plantar outras amostras em redor. Não é falta de valorização, é uma necessidade de quem luta constantemente com falta de espaço.
Abreviando. Ambas as amostras plantadas em vaso (pedaço de caule e rosácea do Aeonium) floriram. Como estavam à sombra, a floração foi fraca.
A 5.ª e última amostra encontrava-se em água. Não morreu, mas num milagre que só a natureza consegue... floriu também!
A natureza seguiu o seu caminho. Eu repito muitas vezes, "as plantas não sabem que nós existimos". Não podemos pensar a sua vida colocando-nos no centro. São elas que estão no centro e esta só queria florir. É a sua forma de dar continuidade à espécie.
Não fiquei triste. Confirmei o que esperava, apesar de desejar o contrário. A mesma planta já me tilha dado muitas mudas, algumas das quais estão espalhadas por amigos pelo país.
Faltou testar a utilização das sementes. Sei que é possível, mas é um processo muito demorado, mesmo para quem é paciente.
Paciente também é quem leu esta "história" até ao fim. Se este foi o seu caso e se lhe apetecer escrever um comentário, acrescente "eu li" ao seu comentário. Revivi meses do meu Aeonium ao escrever estas linhas. Já valeu a pena.
Nota: O Aeunium ainda está no vaso, sem folhas, mas está vivo. Será que em setembro vai rebentar?!!!

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Crassula ‘Springtime’

As flores das suculentas são muitas vezes pouco atrativas. Há mesmo casos em que as pessoas nunca as viram, de tão minúsculas e insignificantes que são. Nas Peperomia por exemplo. Há também plantas em que todo o seu esplendor está na flor. É o caso dos Lampranthus, que entraram agora em floração. Mas há também um conjunto de suculentas muito bonitas e que ficam mais bonitas ainda quando florescem. É o caso da Crassula ‘Springtime’. O nome diz tudo... é uma autentica primavera. O Género Crassula é muito extenso e variado, mas esta, é uma daquelas que vale a pena ter.
É uma planta pequena, máximo 20 cm, com folhas carnudas num caule semilenhoso. O seu crescimento é lento mas parece suportar razoavelmente o frio. Tive alguns exemplares que aguentaram o inverno sem qualquer proteção. Isto depois de ler que são muito sensíveis ao frio.
Deve ser cultivada ao sol, ou meia sombra. O exemplar da fotografia está em interior, à frente de uma vidraça onde apanha sol várias horas por dia.
A planta tem tendência para ser pendente, isso deve-se ao peso das folhas.
Pode ser propagada por divisão da touceira, por mudas em estaca, mas também por folha.
As suas flores são vistosas, formam densos cachos, cor-de-rosa pálidas e perfumadas com centro vermelho.
Esta planta não existe na natureza. É um hibrido criado a partir Crassula rupestris.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

O que é uma planta suculenta?

Suculentas (do latim: succos = suco, seiva) são plantas pertencentes a mais de 60 famílias e de 300 géneros que desenvolveram tecidos de armazenamento de água especiais, em folhas espessas ou dilatadas, caules ou raízes, como uma adaptação aos climas áridos de desertos e semi-desertos.
Muitos destes habitats estão associados com altas temperaturas diurnas e mecanismos especiais evoluíram para recolher e conservar a umidade limitada que está disponível, às vezes apenas no orvalho, névoa e nevoeiro. Ao fazer com que o máximo da escassa humidade fique disponível, as suculentas podem sobreviver em habitats que são demasiado secos para a maioria das restantes plantas.
Folha suculentas: As folhas são quase inteiramente composto por células de armazenamento de água cobertos por uma fina camada de tecido fotossintético.
Exemplos: aloés, Haworthia, Lithops, Sempervivum.
Caules suculentos: Carnosas hastes contêm células de armazenamento de água sobrepostos por tecido fotossintético. As folhas estão quase ou totalmente ausente, reduzindo a área de superfície para evitar a perda de água por evaporação. Exemplos: a maioria dos cactos, Euphorbia obesa, Stapelia.
Raízes suculentas: Raízes subterrâneas carnudas e inchadas armazenam água longe do calor do sol e de animais famintos. Hastes e folhas são muitas vezes caducas e caiem durante estações secas prolongadas. Exemplos: Calibanus hookeri, Fockea capensis, pterocactus kunzei, peniocereus viperinus.
Suculentas caudiciformes: Suculentas que armazenam água em simultâneo em raízes e caules dilatados, com podendo ter folhas caducas ou folhas suculentas carnudas de longa duração. Exemplos: Ceraria pygmaea, tylecodon, Cyphostemma juttae.
Suculentas halófitas são capazes de sobreviver em ambientes marinhos deserto ou salgadas por resistência bioquímica de sal, capturando o sal a partir do citoplasma em vacúolos especiais ou excretando sal. Exemplos: salicornia, sarcocornia.
Os tipos acima podem ocorrer em combinação, utilizando mais do que um órgão para armazenar água.

Traduzido para português  a partir do texto do sítio:
http://succulent-plant.com/succulent.html

domingo, 10 de dezembro de 2017

Sedum palmeri

Quando penso num sedum as ideias que me afloram são de uma planta rústica, que se reproduz com muita facilidade. O Sedum palmeri não é excepção.
Pertence à grande família das crassulaceas e é originário do México. O nome palmeri não lhe advém de nenhuma característica da planta, mas antes de um botânico de nome Palmer.
Como a maioria dos seduns cresce bem entre as rochas, de preferência em pleno sol, suportando também alguma sombra. As condições a que é sujeito dá origem a plantas bastante diferenciadas quer na forma das rosáceas quer na própria cor o que leva muitas pessoas a pensarem que se trata de espécies diferentes.
Pela minha experiência com esta planta sou levado a pensar que para além da quantidade de luz e da água da rega, é de extrema importância a idade da planta planta a forma e coloração das folhas. Para esta planta, quanto mais sol melhor. Em termos de rega, é muito resistente à seca e por isso não precisa de cuidados especiais quando comparado com outras seculentas. Quando falo em idade da planta estou-me a referir à instalação e crescimento do sedum no vaso.
Quando a planta é colocada num substrato novo e cresce rapidamente, dando origem a cales frágeis e rosáceas verde mais escuras com longas folhas. Com o passar do tempo (anos) os caules vão ganhando consistência e as rosáceas vão diminuindo de tamanho e ficam com uma cor verde/amarelada, muito mais bonitas na minha opinião. Quando o vaso está todo ocupado, o Sedum palmeri torna-se mais elegante e bonito.

A melhor forma para propagar este sedum é através de um caule com duas ou três rosáceas. Enraíza com muita facilidade e não devemos ficar surpreendidos se ao crescer se afasta muito daqui-lo que plantámos.
Mas há mais duas características que me fazem gostar muito desta planta: a cor avermelhada que ganha no inverno e a sua resistência ao frio, para não dizer ao gelo.
No Outono as rosáceas começam a ganhar algumas folhas avermelhadas que podem atingir um vermelho intenso. Esta tonalidade só é adquirida pelas plantas mais velhas, com as rosáceas mais pequenas. tem tendência para pender dos vasos, fazendo arranjos de forma e cor bastante bonitos.
Estes sedum aguentam o inverno transmontano, que pode ser de várias semanas de geada, neve ou sincelo! É muito vezes colocado ao lado das janelas, muito exposto a quaisquer condições atmosféricas. É seguramente das suculentas mais resistentes ao frio, de todas as que conheço.

A floração ocorre na Primavera/Verão. A plante cobre-se de hastes florais cheias de flores amarelas. Dura muito tempo, tanto que por vezes corto as flores antes de elas secarem.
É uma planta que comendo, tanto para principiantes como para jardineiros mais conhecedores. Esta planta nunca nos vai ficar mal. É pouco exigente e está bonita todo o ano sejam quais forem as condições atmosféricas e de solo.

Nome Científico: Sedum palmeri
Origem: México
Família: Crassulaceae
Categoria: Suculentas, Perenes
Exposição: Sol pleno, meio-sol, sombra
Ciclo de vida: Perene
Cor das flores: Amarela
Floração: Primavera/Verão

Fontes/ligações:

domingo, 26 de novembro de 2017

Sedeveria Letizia

A Sedeveria Letizia é uma daquelas suculentas que quando a vemos pela primeira vez, cativa-nos de imediato.
As suas rosáceas são compactas, pequenas e delicadas. Consoante a exposição ao sol e a estação do ano pode adquirir tonalidades diferentes do verde (verão) ao vermelho (inverno).
Foi criada através do cruzamento de duas espécies: um Sedum (Sedum cuspidatum) e uma Echeveria (Echeveria setosa v. ciliata). Daí a designação Sedeveria.
Cresce com facilidade desde a primavera até ao outono, lançando novas rosáceas e é fácil de reproduzir através das folhas. Deve ser mantida a meio sol ou sol pleno, suportando baixas temperaturas, incluindo negativas (-4º). Não necessita cuidados especiais em termos de rega, podendo ser regada uma vez por semana em pleno verão (dependendo do substrato).
A floração ocorre na primavera. A haste floral é curta, quando comparada com a de muitas echeverias e seduns, as flores brancas, delicadas e de grande duração.

Nome Científico: Sedeveria 'Letizia'
Origem: Sedum cuspidatum X Echeveria setosa var. ciliata
Família: Crassulaceae
Categoria: Suculentas, Perenes
Exposição: Sol pleno, meio-sol
Ciclo de vida: Perene
Cor das flores: Branca
Floração: Primavera

Fontes/ligações:

domingo, 19 de novembro de 2017

Faucaria tigrina

A espécie Faucaria tigrina foi escolhida como Espécie da Semana pelo seu aspeto, algo invulgar, mas, principalmente porque se encontra em flor no mês novembro.
A minha experiência com esta espécie, ou mesmo com este género, é muito pouca. Possuo uma única planta, pequena, que ainda não consegui (nem tentei) reproduzir.
As primeiras fotografias que vi da planta chamaram-me de imediato à atenção. Não é por acaso que se chama tigrina. As suas folhas são triangulares, muito carnudas e fazem lembrar a boca de um tigre, de um crocodilo, ou de um tubarão.
O seu aspeto pode levar alguns distraídos a olharem para a planta como um cato, mas não é, pertence à grande família das Aizoaceae, juntamente com os conhecidos Lithops, a Aptenia cordifolia, a Corpuscularia lehmannii, entre muitos outros.
É originária da África do Sul, onde prospera em solos arenosos, ligeiramente ácidos. Desenvolve-se bem em pleno sol, com regas moderadas.
A floração ocorre no outono. As suas flores são amarelas, grandes, vistosas e atraem muitas abelhas. A flor abre perto do final de manhã e mantém-se aberta até ao fim do dia, fechando durante a noite.
Encontrei a planta que tenho à venda num viveiro em Vila Real. Era muito pequena e tinha três flores secas, espetadas com palitos nas suas folhas. Não resisti ao seu charme (e estava a ser torturada), comprei-a por cerca de 1,5€.
O seu crescimento é lento, mas durante o verão foi-se desenvolvendo e em setembro surgiu a primeira flor. Após essa vieram mais. Agora já é fácil encontrar os botões para as próximas flores.
A reprodução da planta faz-se por divisão da touceira, ou por sementeira, mas estou à espera que a planta se desenvolva um pouco mais, antes de proceder à sua divisão (não é fácil ver as sementes!).
Com a seleção da planta como Planta da Semana comecei a investigar um pouco mais sobre esta espécie. A planta que eu possuo pode muito bem não ser uma Faucaria tigrina. Ao longo desta semana inclinei-me mais para a classificar como Faucaria felina subsp. tuberculosa. As semelhanças entre todas as espécies do género Faucaria são imensas. Não admira que mesmo os especialistas sintam dificuldade em as classificar. O número de espécies reconhecidas tem vindo a diminuir, com junção das mesmas.
Independentemente da cor, que pode variar com mais ou menos sol (a minha passou todo o verão ao sol e continua completamente verde) noto variações na rugosidade das folhas, quer no interior, quer mo exterior. A Faucarea tigrina parece-me mais lisa e uniforme, comparada com a planta que tenho.
Embora possa parecer que todas as espécies têm as flores semelhantes a lampranthus amarelos, encontrei na internet algumas fotografias de plantas com flores brancas (Faucaria candida), não sei se fruto da interversão humana ou se existe mesmo na natureza.

Nome Científico: Faucaria tigrina
Nomes Populares: Faucária , Boca-de-tigre
Família: Aizoaceae
Categoria: Suculentas, Flores Perenes
Clima: Árido, Semi-árido (B), Subtropical, Tropical, Tropical de altitude.
Origem: África do Sul
Luminosidade: Meia-sombra, Pleno Sol.
Floração: Outono
Ciclo de vida: Perene

Fontes/ligações:

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Suculentas

Composições com algumas suculentas que existem no meu jardim.