domingo, 22 de janeiro de 2017
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Árvores de fruto
Depois de um grande arranjo com as aromáticas em julho de 2016, todo o verão foi ocupado a cuidar dos espaços que proporcionaram muita cor e beleza. Ficou para o final o espaço 7, destinado às árvores de fruto, por o verão não ser a melhor altura para a sua plantação.
Assim, chegámos a outubro com apenas uma cerejeira, decorativa, por sinal, o que não têm nada a ver com o que pretendia. É claro que o espaço não chega pata um pomar, deve ser entendido como um prolongamento do jardim. Nem sequer penso nele como recurso de fruta. Somos todos diferentes e eu tenho por hábito pensar pouco em aspectos práticos ou económicos. Tenho tido a possibilidade de me ocupar com aquilo que me dá prazer, aquilo que me faz sentir bem comigo e com o mundo que me rodeia e tenho aproveitado essa oportunidade. Quando penso em árvores de fruto penso em ramos, folhas, flores, frutos, aves, insetos, cores, vida. As árvores, de folha caduca ou persistente, vão ser abrigo para os pássaros, possivelmente vou ter aqui ninhos de pintassilgo, milheirinha, ou mesmo de um verdelhão. Vou poder contribuir um pouco para os acolher, alimentar e, sobretudo, gozar da sua presença. Já quando escolhi alguns arbustos para o jardim pensei nas bagas que poderiam alimentar as aves. Parece-me que com alguns verdadeiros frutos a coisa pode melhorar.
Para as árvores de fruto tinha, no máximo, uma faixa de terra de 2,7mX25m. Depois de ponderadas as hipóteses optei por apenas uma filha de árvores, com um compasso aceitável para uma meia dúzia de árvores. Na escolha, para além do aspeto de abrigo e alimento para aves, pesou também o gosto dos membros de família, mas sabíamos à partida que seria uma árvore de cada espécie, e não daria para todas as que pretendíamos.
Com folha persistente, e como já há muitas oliveiras na urbanização, optámos por uma tangerineira e um limoeiro. São árvores a que não estou nem um pouco habituado. Os limões são muito úteis na cozinha. A tangerineira tem uma copa densa de folhas muito verdes, ajudando a criar uma barreira visual, dando alguma privacidade. Estas duas árvores foram plantadas mo início de novembro, quando o estado do tempo permitiu uma ligeira interversão no terreno. São sensíveis ao frio, não sei se terão sucesso, espero que sim.
As restantes árvores foram compradas poucos dias depois. Não foi fácil. Como é que se pode escolher uma cerejeira? A vontade era plantar três ou quatro, com épocas de floração e frutos muito diferentes, mas não pode ser. Foi escolhida uma cerejeira, um pessegueiro, uma macieira, uma pereira e um diospireiro. O que me custou mais foi não plantar pelo menos uma amendoeira, pelas flores, mas todas as árvores de fruto escolhidas têm bonitas flores. O diospireiro, a pereira e a cerejeira também costumam ter um bonito colorido nas suas folhas durante o outono. Três videiras juntaram-se ao conjunto.
Vamos esperar pela primavera para vermos algumas alterações.
Com a plantação das árvores de fruto terminaram as intervenções de fundo no espaço considerado jardim. Cada área está orientada para aquilo que foi pensada e agora só há que cuidar, replantar, de acordo com o desenvolvimento das espécies, os gostos pessoais e a disponibilidade de tempo para os cuidar.
Durante o outono e inverno as intervenções não são muitas, mas, com o crescente entusiasmo pelas suculentas, não tem havido descanso e há novidades a acontecerem todos os dias.
Assim, chegámos a outubro com apenas uma cerejeira, decorativa, por sinal, o que não têm nada a ver com o que pretendia. É claro que o espaço não chega pata um pomar, deve ser entendido como um prolongamento do jardim. Nem sequer penso nele como recurso de fruta. Somos todos diferentes e eu tenho por hábito pensar pouco em aspectos práticos ou económicos. Tenho tido a possibilidade de me ocupar com aquilo que me dá prazer, aquilo que me faz sentir bem comigo e com o mundo que me rodeia e tenho aproveitado essa oportunidade. Quando penso em árvores de fruto penso em ramos, folhas, flores, frutos, aves, insetos, cores, vida. As árvores, de folha caduca ou persistente, vão ser abrigo para os pássaros, possivelmente vou ter aqui ninhos de pintassilgo, milheirinha, ou mesmo de um verdelhão. Vou poder contribuir um pouco para os acolher, alimentar e, sobretudo, gozar da sua presença. Já quando escolhi alguns arbustos para o jardim pensei nas bagas que poderiam alimentar as aves. Parece-me que com alguns verdadeiros frutos a coisa pode melhorar.
Para as árvores de fruto tinha, no máximo, uma faixa de terra de 2,7mX25m. Depois de ponderadas as hipóteses optei por apenas uma filha de árvores, com um compasso aceitável para uma meia dúzia de árvores. Na escolha, para além do aspeto de abrigo e alimento para aves, pesou também o gosto dos membros de família, mas sabíamos à partida que seria uma árvore de cada espécie, e não daria para todas as que pretendíamos.
Com folha persistente, e como já há muitas oliveiras na urbanização, optámos por uma tangerineira e um limoeiro. São árvores a que não estou nem um pouco habituado. Os limões são muito úteis na cozinha. A tangerineira tem uma copa densa de folhas muito verdes, ajudando a criar uma barreira visual, dando alguma privacidade. Estas duas árvores foram plantadas mo início de novembro, quando o estado do tempo permitiu uma ligeira interversão no terreno. São sensíveis ao frio, não sei se terão sucesso, espero que sim.
As restantes árvores foram compradas poucos dias depois. Não foi fácil. Como é que se pode escolher uma cerejeira? A vontade era plantar três ou quatro, com épocas de floração e frutos muito diferentes, mas não pode ser. Foi escolhida uma cerejeira, um pessegueiro, uma macieira, uma pereira e um diospireiro. O que me custou mais foi não plantar pelo menos uma amendoeira, pelas flores, mas todas as árvores de fruto escolhidas têm bonitas flores. O diospireiro, a pereira e a cerejeira também costumam ter um bonito colorido nas suas folhas durante o outono. Três videiras juntaram-se ao conjunto.
Vamos esperar pela primavera para vermos algumas alterações.
Com a plantação das árvores de fruto terminaram as intervenções de fundo no espaço considerado jardim. Cada área está orientada para aquilo que foi pensada e agora só há que cuidar, replantar, de acordo com o desenvolvimento das espécies, os gostos pessoais e a disponibilidade de tempo para os cuidar.
Durante o outono e inverno as intervenções não são muitas, mas, com o crescente entusiasmo pelas suculentas, não tem havido descanso e há novidades a acontecerem todos os dias.
sábado, 19 de novembro de 2016
Aromáticas e alfobre
No seguimento da instalação do jardim/horta um momento digno de realce aconteceu em 23 de junho de 2016. Tratou-se da criação de área para plantas aromáticas e um alfobre, no espaço 2, a que chamo horta.
Talvez seja a influência da matemática, da informática, das duas, ou de outras, mas gosto das coisas organizadinhas (pelo menos à minha maneira). Algumas plantas aromáticas, com a hortelã, comportam-se como verdadeiras infestantes, invadindo to o espaço em redor. A instalação de pequenos espaços, cada um destinado a uma espécie aromática, pareceu-me uma boa ideia e tem funcionado, pelo menos até agora.
Usei os mesmos materiais dos canteiros anteriores, aos quais acrescentei fugas de chaminé, com vários larguras. São estruturas em cimento, usadas para fazer as chaminés das churrasqueiras. Existem com diferentes larguras, mantendo a mesma altura e profundidade, o que permite combiná-las. Parece-me que têm muito potencial para a criação de canteiros práticos e originais, em jardinagem.
Os restantes materiais foram basicamente, plástico para impermeabilizar o passeio, gravilha, lancil e bordadura em madeira.
As fugas foram usadas para criar um pequeno canteiro com divisórias, destinadas à plantação de aromáticas. Os espaços maiores têm 50 cm de comprimento e os mais pequenos 20. Para fácil acesso, junto ao canteiro foi criado um passeio com 40 cm de largura, impermeabilizado e revestido com gravilha. Segue-se um canteiro com 70 cm de largura e 4 metros de comprimento. Foi criado para servir como alfobre, mas ainda não foi utilizado como tal. A largura permite fácil acesso e tem servido às mil maravilhas para a plantação de alfaces, repostas logo que haja alguns espaços vazios.
A totalidade do espaço destinado à horta não ultrapassa os 30 metros quadrados. Quando ficou pronta já era tarde para a instalação de uma verdadeira horta, tentaremos no próximo ano. Para já tem sido muito útil com couves e nabiças que se têm desenvolvido muito bem.
No local já tinham sido plantadas algumas couves e ervas aromáticas, que tiveram de ser arrancadas e novamente plantadas depois dos trabalhos terminados.
Na preparação deste espaço estiveram envolvidos os quatro membros da família. Foi a primeira vez que isso aconteceu. Os materiais foram preparados atempadamente e dispostos no terreno antes de se proceder à sua instalação. Houve um cuidado extra em não elevar o nível, de modo que a terra não venha parar ao logradouro, que seja fácil o acesso a todos os espaços e que fique assegurado o escoamento de um possível excesso de água.
As ervas aromáticas adaptaram-se bem no local. Plantei salva, tomilho, segurelha, hortelã-pimenta, salsa e hortelã, sendo estas duas últimas as mais utilizadas. Tenho tido algum trabalho para manter a hortelã confinada ao espaço que lhe destinei.
Durante o verão as alfaces cresceram rapidamente, com regras frequentes e alguma adubação. Agora, em novembro, o seu crescimento é muito lento e não sei se vale a pena plantar mais. Têm-se criado bom repolhos e as tronchudas para o Natal também têm bom aspecto.
As nabiças nasceram bem, embora muito espessas (falta de prática). Estão prestes a ganharem grelos.
Talvez seja a influência da matemática, da informática, das duas, ou de outras, mas gosto das coisas organizadinhas (pelo menos à minha maneira). Algumas plantas aromáticas, com a hortelã, comportam-se como verdadeiras infestantes, invadindo to o espaço em redor. A instalação de pequenos espaços, cada um destinado a uma espécie aromática, pareceu-me uma boa ideia e tem funcionado, pelo menos até agora.
Usei os mesmos materiais dos canteiros anteriores, aos quais acrescentei fugas de chaminé, com vários larguras. São estruturas em cimento, usadas para fazer as chaminés das churrasqueiras. Existem com diferentes larguras, mantendo a mesma altura e profundidade, o que permite combiná-las. Parece-me que têm muito potencial para a criação de canteiros práticos e originais, em jardinagem.
Os restantes materiais foram basicamente, plástico para impermeabilizar o passeio, gravilha, lancil e bordadura em madeira.
No local já tinham sido plantadas algumas couves e ervas aromáticas, que tiveram de ser arrancadas e novamente plantadas depois dos trabalhos terminados.
Na preparação deste espaço estiveram envolvidos os quatro membros da família. Foi a primeira vez que isso aconteceu. Os materiais foram preparados atempadamente e dispostos no terreno antes de se proceder à sua instalação. Houve um cuidado extra em não elevar o nível, de modo que a terra não venha parar ao logradouro, que seja fácil o acesso a todos os espaços e que fique assegurado o escoamento de um possível excesso de água.
As ervas aromáticas adaptaram-se bem no local. Plantei salva, tomilho, segurelha, hortelã-pimenta, salsa e hortelã, sendo estas duas últimas as mais utilizadas. Tenho tido algum trabalho para manter a hortelã confinada ao espaço que lhe destinei.
Durante o verão as alfaces cresceram rapidamente, com regras frequentes e alguma adubação. Agora, em novembro, o seu crescimento é muito lento e não sei se vale a pena plantar mais. Têm-se criado bom repolhos e as tronchudas para o Natal também têm bom aspecto.
As nabiças nasceram bem, embora muito espessas (falta de prática). Estão prestes a ganharem grelos.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Petúnias
As petúnias foram as rainhas do jardim durante todo o verão. Precisão de pouca atenção e fazem um colorido fantástico.
A minha preocupação na compra das petúnias passou mais pela escolha de cores, ou pela raridade das mesmas. Praticamente só conhecia as petúnias com flores grandes, mas consegui um grande leque de tamanhos e formas diferentes de flores.
A minha preocupação na compra das petúnias passou mais pela escolha de cores, ou pela raridade das mesmas. Praticamente só conhecia as petúnias com flores grandes, mas consegui um grande leque de tamanhos e formas diferentes de flores.
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